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31.8.07
METABLOG Meu barato em escrever sempre esteve entre provocar identificação e emoção - riso ou lágrima. Agora, uma repercussãozinha até que não é ruim, não.... Concluido por mim, na quarta-feira. FRASES QUE NUNCA PENSEI QUE UM DIA IRIA DIZER I Entra na minha comú! Pedido por uma moderadora sem nenhuma experiência, que jamais abrirá sequer um tópico no fórum e está insatisfeita com a foto da comunidade, mas não teve nem uma idéia para mudá-la. COMENTE:
29.8.07
ALIÁS E A PROPÓSITO "Sabe como são conhecidas aquelas festas com música altíssima, onde todo mundo fala mais alto ainda para se fazer ouvir, e o máximo de diálogo possível é você dizer 'Oi, tudo bem?' e a outra pessoa responder 'Tudo'? Pois então. É a 'Festa do tudo bem'. Vamos?" Publicado por Joaquim Ferreira dos Santos, hoje, em Gente Boa de O Globo. ALIÁS E A PROPÓSITO II Jurava que eu tinha inventado o termo. Tasquei no Google e depois no Orkut e não aparece nenhum resultado, além dos assinados por mim. Tomara que vire um hit! ALIÁS E A PROPÓSITO III Criei minha primeira e provavelmente única comunidade no orkut - “A Festa do Tudo Bem”. Prestigiem. Escrito por Rosana Caiado, originalmente aqui. . COMENTE: ALISTE-SE Jovem, se você já completou ou vai completar 18 anos e não se chama ALINE, compareça ao link mais próximo e deixe um comentário. Não, porque tá ridículo: há dois posts, só ALINES comentam. Parece pré-requisito! Nada contra as Alines, pelo contrário. Mas que venham as Fernandas, Robertas, Lucianas, Flávias, Danieles, Julianas e afins. Ah, e, lógico, Josés, Marcelos, Guilhermes, Eduardos e similares. Pedido pelo Exército. COMENTE:
28.8.07
RAPIDINHA I Hoje xinguei no trânsito. Assim que xinguei, tocou um sino dentro da minha cabeça. Em vez de blém-blém, o sino disse tpm-tpm. Chegando em casa, tomei o meu remedinho para TPM - o Gamaline, justaposição, ainda que injusta e ao avesso, do nome e do sobrenome de uma grande amiga. Acho sensacional ter um remédio com o seu nome. Vou mandar um email pra Roche, pedindo para eles lançarem o Caiadorosana. II Meu celular não toca há tanto tempo que acho que deu defeito. III Adoro livos que começam na página 21. Leio 9 e já estou na 30. IV Sempre que está na prateleira, escolho o meu lençol de listras. Adoro. O problema é acordar de hora em hora para checar se estou reta na cama. Written and directed by Rosana Caiado COMENTE:
27.8.07
BALANÇO I OU A FESTA DO TUDO BEM Depois de três meses e 15 colunas escritas por mim para o Bolsa de Mulher, descobri que, primeiro, arranjar um assunto e, depois, conseguir escrever vários parágrafos sobre ele to-da-se-ma-na é mil vezes mais difícil do que eu pensava. Absolvo-me. Acontece como quando leio meus colunistas preferidos no jornal: da mesma forma que há semanas em que gosto mais e outras em que gosto menos do que eles escrevem, há também semanas em que fico menos e outras em que fico mais satisfeita com a coluna que eu mesma escrevi. Que beleza, essa foi uma semana mais. “Na semana passada, estive em mais uma “Festa do Tudo Bem”. Bebida liberada, música boa e gente bonita, sem hora pra acabar. Formidável, não fosse um detalhe: na “Festa do Tudo Bem”, só tem “Tudo bem” – nada de conversa fiada, mexerico, papo cabeça, desabafo ou lamúria. É só “Tudo bem?” aqui, “Tudo bem!” ali e olhe lá, só muda a pontuação. No décimo “Tudo bem...” da noite, me dei conta de que, pra mim, aquilo não estava nada, nada bem”. Escrito por Rosana Caiado, em “A Festa do Tudo Bem”, a coluna da semana. Para continuar lendo, clique aqui. COMENTE:
25.8.07
OBSESSÃO I "Pensamento, ou impulso, persistente ou recorrente, indesejado e aflitivo, e que vem à mente involuntariamente, a despeito de tentativa de ignorá-lo ou de suprimi-lo; idéia fixa, mania. " Escrito por A. OBSESSÃO II OBSESSÃO III OBSESSÃO IV Teimado por Rosana, favorável à prova com consulta. COMENTE:
24.8.07
NADA MELHOR QUE I, II, II, IV, V, VI, VII E VIII A sensação do dever cumprido. Percebido por Rosana, ao mandar a coluna para o Bolsa. Amor correspondido. Dito, de olhos fechados, por Leila, enamorada. Dormir depois do almoço e lanchar assim que acordar. Opinado por Suzie, espreguiçando. Carinho de unha. Feito por mim. Queijo. Dito por Gisele, taça de vinho na mão. A caipivodka de melancia do Devassa. Se bem que a do Odorico também é boa. Comprovado por Aline, ontem. Ver um filme no dvd, com a cabeça no seu peito. Pedido para essa noite. Sexta-feira. Dito hoje. COMENTE:
22.8.07
UNTITLED Quanto mais eu bebo, mais sede me aparece. Mato a de água com cerveja. A de cerveja com vodka. Acordo às três, boca seca. Às quatro, nossa cama é um deserto. Às cinco, bebo saliva, sem água à esquerda e sem você à direita, para resmungar uma frase sem artigos nem preposições, até se levantar e me buscar um copo na cozinha. De whisky. Confessado ao Padre José. COMENTE: PLANTÃO RIO – Uma transeunte ainda não identificada acaba de ser atropelada por um pombo na rua Visconde de Pirajá, altura da Praça General Osório. Segundo testemunhas, o pombo parecia alcoolizado e bateu as asas na bochecha e na orelha da transeunte, que apresentou náuseas. O pombo não prestou socorro e fugiu em alta velocidade. A transeunte passa bem. Publicado pela transeunte em 22/08/07 às 13h37. COMENTE:
20.8.07
PRECISA-SE DE UM OBJETIVO Rob diz: Tive um insight. Rosana diz: Diz. Rob diz: Não é nada demais. É que percebi que sempre preciso da expectativa de que algo de bom vai acontecer. A expectativa me deixa ansiosa e muito feliz Rob diz: Exemplo: ganhei a bolsa pra Alemanha! Pronto, fico feliz até ir. Rosana diz: Saquei. Rob diz: O problema é que quando não tem nada em vista, fico deprê. Rosana diz: Engraçado. A coluna que acabei de mandar fala mais ou menos isso. Rob diz: É mesmo? Coincidência. Rosana diz: Sintonia. Rob diz: Enfim. Só que quando a coisa de fato acontece, não fico tão feliz. Rosana diz: Como assim? Rob diz: Tenho um chefe que sempre diz isso: todo ano, quando a gente sai de férias, ele diz, no nosso penúltimo dia de trabalho: “esse é o momento mais feliz das suas férias, aproveite!”. Rob diz: “A partir de amanhã, é a contagem regressiva pra volta ao trabalho”. Rosana diz: Rarara Rob diz: Esse ano, ele saiu de férias numa 5ª. Rob diz: Na 4a, estava todo pimpão. Rob diz: Na 5ª, chegou de cara fechada: “minhas férias estão terminando”. Rosana diz: Posso colocar isso no meu blog? Rob diz: Sim!!! Rosana diz: Vou colocar na segunda, chamando pra minha coluna. Conversado com Rob, no MSN, na sexta-feira. Para ler a coluna, clique aqui. COMENTE:
16.8.07
O GOOGLE E EU Quando botam (ou boto) o meu nome no Google, aparece, em primeiro lugar, o falecido Sujeito a chuvas. Depois, vem o morto e enterrado Blog autores. Só depois é que aparece aqui. Droga. Quero que o Pseudônimos seja o primeiro resultado. Bem, pelo menos, somos os primeiros quando a busca é por “pseudônimos”. Antes da Wikipédia. :-P Careteado para o Google. COMENTE:
14.8.07
b>O LIVRO DA VEZ VII Senhoras e senhores, com vocês, um pouco mais de Bárbara Delinsky: “Ao som da arrebentação, o zíper de Jesse desceu lentamente. Ela deslizou as mãos para dentro da abertura, depois ajoelhou-se para retirar as calças do quadril. Nisso ele a ajudou, retirando o mocassim para que pudesse se livrar tanto das calças quanto das meias. Quando ele ficou diante dela apenas de cueca, ela sentou-se sobre os calcanhares para olhar para ele. Ele tinha feito o mesmo com ela naquela primeira noite. Só agora ela podia avaliar o que ele havia sentido então, uma percepção da beleza tão intensa que as mãos dela tremeram ao pensar em tocá-lo. Ela sentiu-se reverenciada com o poder dele. Aos seus olhos, Jesse era a perfeição”. Copiado de “O segredo da pedra”, do livro “Encontros”. Para os fãs, ainda restam os títulos “Com amor e carinho”, “Um amor adolescente”, “De agora em diante” e “Fruto proibido”, que, espero, não lerei. COMENTE I Faz logo o serviço, pô! Pedido por Heitor, um tanto ansioso. Mal traduzido, hem? Percebido por Gil, crítico. Vem cá: mocassim? Perguntado por Caroline, que, antes de qualquer coisa, confere os sapatos. COMENTE:
13.8.07
PAI I Meu pai foi o primeiro homem para quem quis ser bonita. O primeiro homem a quem dei meu coração – de papel, pintado de vermelho hidrocor. O primeiro homem que beijei a orelha – não sem antes adicionar uma pitada de sal de cozinha. Escrito por Rosana C. F., na coluna da semana. Para continuar lendo, clique aqui. PAI II - Pai, eu tenho um namorado. Pai, que ouve isso da filha mocinha, pela primeira vez, sente uma dor muito grande. Todo sangue lhe sobe à cabeça, e o chão do mundo roda sob seus pés. Ele pensava, até então, que só a filha dos outros tinha namorado. A sua tem também. Um namorado presunçosamente homem, sem coração e ternura. Um rapazola, banal, que dominará sua filha. Que a beijará no cinema e lhe sentirá o corpo, no enleio da dança. Que lhe fará ciúmes de lágrimas e revolta; pior ainda, de submissão, enganando-a com outras mocinhas. Que quando sentir ciúmes, com toda certeza, lhe dirá o nome feio e, possivelmente, lhe torcerá o braço. E ela chorará, porque o braço lhe doerá. Mas ela o perdoará no mesmo momento ou, quem sabe, não chegará sequer a odiá-lo. E lhe dirá, com o braço doendo ainda: “Gosto de você mais do que tudo, só de você”. Mais que de tudo e mais que dele, o pai, que nunca lhe torceu o braço. Escrito por Antônio M. Para continuar lendo, compre o livro “As 100 melhores crônicas brasileiras”, selecionadas por Joaquim F. dos S. PAI III Certo dia, atrasei-me ao voltar da escola e meus pais pensaram que eu tivesse sido seqüestrado. E aí entraram imediatamente em ação: alugaram meu quarto. Dito por Woody A. COMENTE:
10.8.07
POMBO CORREIO Isso que acontece todos os dias, o tempo todo, comigo e independente de mim, isso que os outros chamam de “vida”, sim, a vida fica bem pior quando você não está. Amarrado no pé do pombo, antes de partir em viagem para o planalto central. EU JÁ SABIA I Conforme afirmado neste blog, em catorze do nove de 2006, o problema do cabelo comprido é o apego. Pois é. Aconteceu. Estou muito apegada, amo o meu cabelo, só penso nele, só vou se o cabelo for, levo fotos 3x4 do cabelo na carteira. Vou colar o post sobre cabelos aqui, porque gosto muito dele e o blog é meu e eu faço o que eu quiser. Beijos e bom fim de semana. CABELO, CABELEIRA, CABELUDA, DESCABELADA (...) Agora, ele, essa entidade chamada cabelo, estava quase esbarrando no ombro, quase! Ou seja, enorme. E, você sabe, cabelo comprido é sinônimo de apego. Eu estava apegada ao cabelo, queria o cabelo, acariciava o cabelo, jogava, passava o cabelo na cara dos outros, amava o cabelo e queria que o resto do mundo o amasse com a mesma intensidade e devoção. E ficava protelando o encontro com a minha hair stylist (informe publicitário), deixando para amanhã, para o mês que vem, para quando o salário entrasse, para quando a lua enchesse, para quando o elevador chegasse antes de eu contar até três, para quando eu olhasse para o relógio e todos os números estivessem iguais, inventando desculpas descabidas para não cortar um cabelo que, claro, já estava velho. Sim, o cabelo fica velho. Essas meninas de cabelo pelo meio das costas, pelo amor de Deus, quanto tempo demorou para ficar daquele tamanho? São anos! Anos sem cortar, cultivando aquele mesmo fio, se dedicando e se apegando a ele. Aquele fio que já se sujou, já pegou muita poeira, futum de cigarro, de gordura, maresia, vento, sol quente, um cabelo que já passou por muitas mãos, foi amassado no travesseiro, dormiu molhado, foi esfregado por diversas toalhas mofadas e amarrados por elásticos esgarçados, cabelos enrolados em nós, presos por canetas bic, encostados em assentos de carro suados, castigados por chapinhas e condicionadores de má qualidade, puxados por parceiros descontrolados, invejados por amigas fingidas e sabe-se lá o que de pior já passou um fio de cabelo até transpor a marca do sutiã. Sorte a dos fios que escorreram pelo ralo do box. Trata-se de um cabelo velho. E eu adoro uma novidade. (...) Escrito por alguém que não sou eu, juro, eu não sou assim, isso é coisa de outra pessoa, uma pessoa que não sou eu, uma pessoa apegada ao cabelo, um cabelo que ainda nem passou do ombro, mas quase. FICOU NA MINHA CABEÇA Você gosta mais de catorze ou quatorze? Assim, só pra puxar conversa... Perguntado por por alguém que precisa de uma resposta, qualquer uma. CASO NÃO TENHAM NOTADO Estou um pouco confusa. Dito pelas minhas sobrancelhas franzidas ao centro e em declive nas extremidades. PRA ACABAR Esquece tudo e vamos pegar sol? Convidado por Ana Maria, de biquíni novo. COMENTE:
7.8.07
O LIVRO DA VEZ VI
O livro da semana será também o da semana que vem. São duas histórias, portando, dois pareceres do best-seller “Encontros”. Viu a capa? Sinceramente? Podia ser pior. Novamente, não há aspas. Aliás, para sentir o clima, há, sim: “- Assim é bom? – sussurrou Doug contra os lábios de Sasha. - Oh, sim – respondeu ela, olhos fechados, braços agarrados no pescoço dele. - Assim é gostoso? – Ele rolou os mamilos de Sasha entre seus polegares e indicadores, provocando ondas de erotismo terno. - Sim – suspirou. - E assim? - Com uma das mãos, Doug pressionou o coração de Sasha. Ela praticamente conseguiu ver seu batimento. - Humm. - E assim? - A mão de Doug desceu até uma das coxas trêmulas, e começou a subir lentamente. - Sim... sim! – exclamou, rouca, quando ele encontrou a pelve aquecida de Sasha e pôs-se a acariciá-la vigorosamente. – Doug! – exclamou ela, sentindo em chamas. Enquanto cobria a boca de Sasha com a sua, Doug rapidamente libertou um botão das calças compridas de Sasha, baixou o zíper e deslizou a mão ao longo da pelve, abaixo do elástico da calcinha. Ele encontrou imediatamente o que queria, tocando com suavidade o coração feminino de Sasha”. Escrito por Barbara Delinsky. COMENTE:
6.8.07
INSÔNIA I Lembra que na segunda passada me disse feliz por ter achado rápido o tema da coluna da semana? Pois é. O tema caiu. Escrevi sobre outra coisa totalmente diferente. INSÔNIA II Pela primeira vez, a editora do Bolsa mudou uma coisa na coluna. E foi logo o título. Hum. Coceira. INSÔNIA III “Quando criança, os desenhos animados me ensinaram a contar carneirinhos. Carneiros brancos pulam a cerca de madeira num cenário bucólico: um, dois, dez, dezenove, até que uma ovelha , a mais gordinha, tropeça e cai. Fico em dúvida se devo continuar a contagem de onde parei. Nesse caso, fico em dúvida se a ovelha que caiu vale ou não na contagem. Fico em dúvida, ainda, se devo recomeçar a contar do zero ou se deixo tudo isso de lado e ajudo a ovelha gordinha a se levantar. Dormir, neca”. Escrito por Rosana Caiado, na coluna da semana. Para ler o que vem antes e depois clique AQUI. COMENTE:
1.8.07
PARAÍSO IV Ontem, no Casseta, o Fábio Assungão se recusou a desfazer a troca da gêmea má pela boa. Claro: Assungão alegou que tava quase conseguindo ir pra cama com a gêmea má, que na verdade é a boa - de cama. Eu te pergunto: por que, meu deus, por que as vilãs sempre são verdadeiros furacões enquanto as mocinhas só fazem o feijão com arroz??? Perguntado para Gilberto, por uma mocinha querendo mudar de time. COMENTE: |